Aumento de doenças ocupacionais gera prejuízos a empresas

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, o DIEESE, mais de 180 mil trabalhadores estava afastados em 2014 devido a doenças ocupacionais que são cada vez mais frequentes e estão no topo do ranking de enfermidades que afastam os profissionais dos postos de trabalho. Isso representa altas despesas com custos médicos e indenizações aos trabalhadores e famílias, perda de produtividade e desgaste da imagem das empresas.

Toda patologia recorrente da função que o trabalhador cumpre é considerada doença ocupacional. Exposição sem proteção adequada a agentes nocivos, como radioativos, físicos, biológicos e químicos podem causar câncer, problemas oftalmológicos, dermatológicos, respiratórios, auditivos, entre outros.

A proteção adequada é a melhor prevenção e as empresas são obrigadas por lei a fornecê-las a todos os seus colaboradores. Os EPI (Equipamentos de Proteção Individual) devem ser fornecidos bem como as instruções para seu uso correto. Sapatos, botas, luvas, mangotes, protetores auriculares, óculos, viseiras, capacetes, cinturões etc.

O investimento em EPI reforça a segurança e a qualidade de vida dos funcionários e, baseado em dados de pesquisa do Serviço Social da Industria (SESI), a atenção da indústria brasileira à saúde laboral deve aumentar em 13,2% nos próximos 5 anos.

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